Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008
Mata da Albergaria - A Caminho de um Consenso

Caro Henrique Pereira,
Por mim, tudo bem.
Procure-se a melhor solução, desde que se limite o trânsito, na Mata da
Albergaria, a um número tecnicamente razoável de veículos.
Um abraço.
Manuel Antunes

----- Original Message -----
From: "Henrique Miguel Pereira" <hpereira@ist.utl.pt>
To: "Manuel Antunes" <mantunes@mail.telepac.pt>
Cc: <ambio@uevora.pt>; <mba@uevora.pt>
Sent: Monday, August 11, 2008 9:40 PM
Subject: Re: Mata de Albergaria

Caro Manuel Antunes,
Fico contente com o seu apoio. Noto no entanto que não pode haver 
excepções a quem vai para a fronteira. Era esse o regime que figurava 
anteriormente e que era totalmente inconsequente (toda a gente acabava por 
ir até a fronteira para fazer depois uma volta de 180º e voltar a entrar 
na Mata). Em relação à estrada Gerês-Portela do Homem, temos estado a 
analisar a possibilidade de limitar o número de veículos por dia a um 
máximo a estabelecer, mas aqui a questão do acesso do Concelho de Terras 
de Bouro a Espanha pode restringir as nossas opções.
Cumprimentos,
 Henrique Miguel
 

++++++++

 

Estimado Henrique Miguel Pereira,
Por mim, perfeitamente de acordo, desde que não se impeça o trânsito aos
naturais e residentes (tenho apenas referido os do concelho de Terras de
Bouro, como já se estipula na Portaria nº 31/2007), mas acho bem que também
sejam contemplados os dos outros concelhos do PNPG/PNBLSX, como consta da
sua mensagem.
Penso que deviam ser ainda contemplados os que vão para ou regressam de
Espanha, pois, legalmente, parece-me que não poderão ser impedidos.
Mais ainda, e, na linha do que aqui tenho defendido, acho que, mesmo na
estrada de Leonte-Portela do Homem, (a estrada alternativa que passa pela
Mata da Albergaria), o trânsito deve ser limitado a um número razoável de
veículos por dia, impondo uma espécie de "número clausus", a calcular em
termos técnicos, com as excepções antes referidas, ainda que, para isso,
salvo melhor opinião, haja que alterar a Portaria nº 31/2007, pois não se
prevê, aí, essa situação. De facto, segundo tal Portaria, quem pagar 1,50
Euros, tem direito a um dia de circulação, não podendo ser impedido de
passar todo o dia naquela Mata.
Cumprimentos.
Manuel Antunes

----- Original Message -----
From: "Henrique Miguel Pereira" <hpereira@ist.utl.pt>
To: <ambio@uevora.pt>
Cc: <mantunes@mail.telepac.pt>; <mba@uevora.pt>
Sent: Monday, August 11, 2008 5:45 PM
Subject: Mata de Albergaria

Caro Manuel Antunes,
Fico muito satisfeito por concordar com o estabelecimento de limites para 
o tráfego automóvel na Mata de Albergaria. Poderei então contar com  o seu 
apoio para a medida que iremos propôr de interditar o trânsito automóvel 
na Geira Romana a partir do próximo ano, com excepção de residentes e 
naturais dos concelhos do PNPG/PNBLSX. Esta proposta será feita já em 
Setembro às entidades presentes na Comissão de Acompanhamento da Revisão 
do Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Já informei 
também o Presidente da Junta de Campo do Gerês que iremos apresentá-la 
para discussão dos habitantes da freguesia em breve, continuando um 
trabalho já iniciado o ano passado com as empresas turísticas da freguesia 
que irão operar transportes alternativos como charretes a cavalo e 
bicicletas.
Cumprimentos,
Henrique Miguel
 



publicado por MA às 23:51
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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2008
A reparação da Estrada da Jeira

Ora aqui está, finalmente, um comentário inteligente, este do Manuel
Ferreira dos Santos sobre as estradas da Mata da Albergaria. E diz muito
bem, para quem não sabia que, antes do PNPG, já lá havia a Mata da
Albergaria, e vai continuar a haver, digo eu, com o Parque, sem o Parque ou
apesar do Parque... Como também havia a Estrada da Jeira. Prefiro esta
grafia, proposta por eruditos linguistas, derivada do latim "diaria" (por
ser conservada, durante séculos, pelas "jornas" das populações locais, após
a sua construção, no último quartel do primeiro século da nossa era, no
tempo dos imperadores Vespasiano, Tito e Domiciano), a estoutra de Estrada
da Geira, justificada por Frei Bernardo de Brito (1569-1617),  por ter
muitos "giros" ou curvas.
Pelo que também eu considero que muito bem andou a nossa gente, do Campo do
Gerês, de Covide, de Rio Caldo, de Carvalheira, de Brufe, da AFURNA, da
Câmara Municipal de Terras de Bouro, organizada pelo Presidente da Junta do
Campo do Gerês, António Pires de Oliveira, ele próprio natural de Vilarinho
da Furna, em mais essa jorna do passado fim de semana, para reparar a nossa
estrada, da Guarda à Albergaria.
Era só o que faltava, os naturais e residentes dessa zona serem proibidos de
andar pelos seus caminhos seculares, quando até lá têm largos hectares de
propriedades. Nem no país dos Ayatollahs tal aconteceu!
Quanto aos visitantes, se vierem por bem, serão sempre bem recebidos. Os
outros, que vêem na proibição a solução  para (quase) todos os problemas,
nomeadamente na Mata da Albergaria, devem ser os primeiros a serem proibidos
(ou  a auto-proibirem-se) de lá aparecer.
O que não dá para entender é que, tendo o PNPG (re)estabelecido as portagens
pagas, não tenha desincentivado um único carro na Mata da Albergaria e ande
a aplicar os dinheiros das portagens em (quase) tudo menos na reparação das
estradas que controla. Fartei-me de alertar aqui, no ano passado,  que essas
portagens não iam passar de mais uma(s) caixa(s) registadora(s). Lembram-se?
Cumprimentos.
Manuel Antunes

> ----- Original Message -----
> From: "Manuel Ferreira Santos"
> To: "AMBIO" <ambio@uevora.pt>
> Sent: Wednesday, August 06, 2008 11:29 AM
> Subject: [ambio] SUV e TT na estrada da Mata de Albergaria
>
Caros ambioleitores:
Convém não esquecer que, antes de haver parque Natural (1971), já havia Mata
de Albergaria, eu pelo menos fui lá em 1969 na festa de despedida do pessoal de
Vilarinho da Furna.
Se os veículos SUV ou TT do pessoal que vela pela conservação da natureza
degrada as estradas centenárias ou milenárias e depois não têm dinheiro para
as consertar acho muito bem que o povo meta mãos à obra e torne a via
transitável para quem quer ir tratar dos seus terrenos.
Manuel Ferreira dos Santos
 



publicado por MA às 00:30
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